“A Água não Mudou” desafia ideias instaladas e preconceitos e convida a sociedade a repensar o valor da água num contexto de alterações climáticas, pressão sobre os recursos e necessidade de acelerar soluções circulares.
Será que é a água que mudou?
Durante muito tempo, habituámo-nos a pensar na água como um recurso garantido, previsível e inesgotável.
Acreditámos que bastava chover. Que a água estaria sempre disponível. Que, depois de utilizada, deixava de ter valor. E que apenas a água potável poderia responder às necessidades das cidades, dos territórios e das empresas.
Hoje sabemos que a realidade é diferente.
As alterações climáticas, o crescimento urbano e a crescente pressão sobre os recursos naturais exigem novas formas de gerir, utilizar e valorizar a água.
Será que é a água que mudou?
A resposta é não.
A água continua a cumprir o seu ciclo. Continua a circular, a transformar-se e a criar valor. O que mudou foi o mundo à sua volta — o que tem de mudar são os hábitos e a forma como nos relacionamos com a água.
Através da expressão “Diziam que…”, a voz da água recupera em cada peça da campanha uma ideia comum de como confrontar as novas realidades.
“A Água não Mudou”, é neste contexto que a Águas do Tejo Atlântico lança uma nova campanha de comunicação e sensibilização destinada a questionar algumas das ideias mais enraizadas sobre este recurso essencial, partindo de perguntas simples, como por exemplo:
“Diziam que eu nunca ia faltar.”
“Diziam que depois de usada já não servia.”
“Diziam que só servia se fosse potável.”
Estas mensagens permitem abordar temas como a reutilização da água, a diversificação de origens, a qualidade e segurança da água, a adaptação às alterações climáticas, a inovação e a valorização dos recursos gerados no tratamento da água usada nas Fábricas de Água.
Mais do que divulgar o trabalho desenvolvido pela Águas do Tejo Atlântico, a campanha pretende contribuir para que a sociedade tenha uma nova cultura da água, baseada no conhecimento, na inovação, na eficiência e na responsabilidade coletiva.
Porque a água tem muito valor. Temos de evoluir na forma como nos relacionamos com a água, como a valorizamos e utilizamos.
Não. A Água não Mudou. Mas nós temos de mudar.
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