O Dia Mundial das Zonas Húmidas é celebrado anualmente a 2 de fevereiro, destacando a importância da conservação e do uso sustentável destes ecossistemas fundamentais. O tema de 2026, “Zonas Húmidas e Conhecimento Tradicional: Celebrar a Herança Cultural”, sublinha o papel do conhecimento tradicional, das práticas culturais e do saber das comunidades locais na proteção e valorização das zonas húmidas, reconhecendo o seu valor ecológico, social e cultural.
No âmbito das iniciativas de sensibilização ambiental associadas a esta efeméride, a Águas do Tejo Atlântico marcou presença na apresentação pública do lançamento da 3.ª edição do projeto BioLagoa de Óbidos, que decorreu nas instalações da INATEL Foz do Arelho. A iniciativa foi organizada pela Associação PATO, ONG de Ambiente e entidade coordenadora do projeto, contando com a presença do Presidente do Conselho de Administração da Águas do Tejo Atlântico e dos representantes dos restantes parceiros: Associação PATO, Municípios de Óbidos e de Caldas da Rainha e Fundação INATEL.
O BioLagoa de Óbidos é um projeto dedicado à preservação e valorização ambiental da Lagoa de Óbidos, através de ações de monitorização, educação ambiental, ciência cidadã e envolvimento das comunidades locais. Resulta de uma parceria entre a Associação PATO e várias entidades unidas na promoção da sustentabilidade e na proteção deste ecossistema único.
Ainda no âmbito do Dia Mundial das Zonas Húmidas, a Águas do Tejo Atlântico esteve presente no EVOA – Espaço de Observação e Visitação de Aves, em Vila Franca de Xira, na cerimónia de apresentação da edição de fevereiro da revista National Geographic Portugal, promovida pela Companhia das Lezírias e dedicada ao trabalho de conservação desenvolvido neste território.
O EVOA é a única infraestrutura de visitação organizada na Reserva Natural do Estuário do Tejo (RNET), assegurando um equilíbrio exemplar entre a preservação dos valores naturais e a promoção da literacia ambiental. Este encontro assumiu um simbolismo acrescido num ano em que a RNET assinala o seu 50.º aniversário (1975–2025), reforçando o reconhecimento do modelo de gestão desenvolvido pela Companhia das Lezírias.
Iniciativas como estas permitem dar a conhecer duas das principais zonas húmidas da área de concessão da Tejo Atlântico, reforçando o seu valor ecológico, cultural e social, bem como a importância da sua conservação para as gerações presentes e futuras, contribuindo para a valorização da biodiversidade, da conservação da natureza e da literacia ambiental.
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